O Diário de Anne Frank
11 de abril de 2008
Uma poesia de Rilke
A nossa penúltima palavra
seria uma palavra de miséria,
mas atrás da consciência-mãe
o todo último será bonito.
Porque vai ser preciso resumir
todos os esforços de um desejo
que nenhum gosto de amargura
não saberá conter.
Um comentário:
S. Gobbi
disse...
nenhuma amargura pode conter um desejo.
6:57 PM
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nenhuma amargura pode conter um desejo.
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