11 de abril de 2008

Uma poesia de Rilke

A nossa penúltima palavra
seria uma palavra de miséria,
mas atrás da consciência-mãe
o todo último será bonito.

Porque vai ser preciso resumir
todos os esforços de um desejo
que nenhum gosto de amargura
não saberá conter.

Um comentário:

S. Gobbi disse...

nenhuma amargura pode conter um desejo.

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